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Quem tem amigos, tem tudo!

Posted by Igor Amorim. on 23:38 in , , , , , , ,
Ainda em clima do dia 20 de julho, uma data marcada por 9784015 coisas, entre elas o aniversário de 40 anos da 1ª ida do homem a lua, o aniversário de Gisele Bündchen [apesar de que isso não mudou minha vida em nada, mas tudo bem. Releva-se.], e antes de falar sobre o principal festejo desta data [O dia do amigo e o Dia internacional da amizade], venho fazer a ressalva que no dia 19 de julho, fez-se um ano da morte da irreverência em pessoa, Dercy Gonçalves, uma mulher que não tinha medo da morte nem dos outros, uma qualidade que falta a muita gente e após um ano da sua partida, só nos resta a lembrança de uma grande atriz e humorista brasileira. (:

Voltando ao assunto original do post, a amizade, que mesmo atrasado, não poderia de deixar de falar de umas das coisas que eu mais admiro na vida, um amigo, que só quem tem um de verdade sabe como é bom e confortante saber que sempre tem aquele ombro pra chorar ou aquela conversa pra sorrir. Um amigo, uma pessoa que sempre está do seu lado, mesmo quando acha errado, que te aconselha, que te repreende, que te entende, que faz de tudo pra te alegrar, que briga, que ri, que chora, que te faz feliz.. ah, aquela pessoa que é seu amigo, simplesmente, amigo!

Os amigos verdadeiros, esse são os bons e raros, aqueles que nunca te abandonam e sabem de tudo da sua vida, sabem seus gostos, sabem o que você vai falar, sabem o que você quer, sabem em que momento você está, sabem dar o que você quer, sabem dizer o que você precisa.. como diz Milton Nascimento, “Amigo é coisa pra se guardar, do lado esquerdo do peito”.

O melhor amigo: Deus, aquele que nunca te abandona, e não é puxando saco pra religião nenhuma, esse sim é O AMIGO, esse sim vai estar sempre lá pra te levantar, mas é como a própria Bíblia fala, “Existem amigos mais chegados que irmão” e são esses os nossos melhores amigos na terra, e são por esses amigos, mais chegados que irmãos, que eu sempre estou sorrindo, que posso dar a vida por eles, que aconselho, que brigo, que me alegro e que sempre agradeço a Deus por essas amizades, ou melhor, irmandades, e digo uma coisa a vocês todos, não há nada melhor do que ter amigos verdadeiros, pode crer! (:

“És como um tronco forte que não quebra, não entorta.. podes crer, eu to falando de Amizade”

Obrigado a todos e Feliz dia do amigo, ainda que atrasado :D

voltem sempre (y)

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A adolescência e o amor! (L)

Hello people!

Ainda inebriado e inspirado pelo filme ‘Harry Potter 6’, onde a puberdade, as descobertas e o amor ficam em alta, resolvi vir falar sobre isso, mas como esse não é um post sobre Harry Potter, vamos ao assunto...

Adolescência [se preferir: Aborrecência], fases de muitos conflitos com o nosso eu, posso falar que isso é verdade, porque eu passo por isso [sempre]. Uma fase de descobertas, onde você quer fazer tudo que vem a cabeça, fase que não se pensa muito, que a emoção supera a razão, onde a interrogação se torna o ponto principal da vida e quando a certeza se torna a maior dúvida, uma fase de descobertas, de espinhas e cravos [por quee isso existe ? *cry*], de todos quererem ser independentes e não dar satisfação a ninguém [isso é o que eu mais anseio], até a fase do primeiro beijo para os mais atrasados, porque nos dias de hoje, os gurizinhos de 10 anos fazem coisa a mais [sashai’ ;P], fase das descobertas sexuais, emotivas, amorosas.. O primeiro amor, a primeira vez.. digamos que seja uma fase de “primeiras vezes”, uma fase experimental, de decisões.. hum, fase do amadurecimento, do crescimento, da mudança corporal..os atos e as consequências, as pressões como um todo, tipo, família toda em cima de você por causa do vestibular, os amigos forçando a sua primeira vez e etc.. falando em amigos, as amizades, as que são feitas para a vida toda e as que duram uma noite, as influências também tem sua influência nessa fase.. enfim, se eu for falar de tudo da adolescência, passarei um 8 dias falando e não terminarei, já que é uma fase muito contraditória, confusa, que muda muito...

Falei da adolescência no geral, agora vamos ao que propus no titulo desse post...

O amor na adolescência.. um amor fugaz, rápido, até duradouro, mas não eterno, já que poucos são os casos de um caso vindo de um namoro adolescente. um amor passageiro, mas intenso, pois os adolescentes adoram curtir tudo ao máximo tudo o que vivenciam, é algo surpreendente, as juras de amor eterno que duram um mês, e após um mês são feitas novamente a outra pessoa, algo até irônico. um amor inocente, infantil, imaturo, que vai se aprendendo a amar de verdade, um amor que vai se moldando aos poucos, um amor no qual é confundido com o sexo, já que o sexo é algo primitivo e amor, nessa época, também. um amor com ‘noite de amor’ que quando não é bem cuidada, traz sérias consequências como a gravidez precoce, ou uma DST [por isso eu falo, Protejam-se, usem camisinha ;)]. aaah o amor, como diz Oswaldo de Andrade “ Amor/Humor”, simples, complexo, triste, feliz, alegre, tedioso, uma mistura, um turbilhão, uma contradição a La Camões.. isso é o amor na adolescência, mas sem perder a essência, mesmo nessa fase não perde sua beleza, nem sua magia e continua sendo esse maravilhoso paradoxo.

Saindo um pouquinho desse tema, vim lembrar que hoje é o ‘Dia de Proteção às Florestas’, por isso cuide do meio ambiente, e lembre-se: “A natureza não sabe se defender, mas sabe se vingar”.. [O Sem Fronteiraas também se preocupa com o meio ambiente e com o meio social, não é só a Globo não, suaihs ;p]

Obrigadooo e voltem sempre :D


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Eu sei, mas não devia

Posted by Igor Amorim. on 19:14 in , , ,
Eu sei, mas não devia

Marina Colasanti


Eu sei que
a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter
outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está a
trasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mor
tos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser vist
o.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, des
norteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o q
ue fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma. -


Adorei esse texto, retrata muito bem a acomodação do homem na sociedade atual, e como já falei aqui no blog, mudança é uma renúncia, e renúncia dói, por isso nos acomodamos, e andamos devagar para a desacomodação, para a mudança... Nós todos sabemos, que a sociedade só "acorda" quando um caso polêmico, aumentado pela mídia, acontece, e isso é a maior acomodação da sociedade atual, que não deseja a corrupção, mas nunca cogita em deixar de furar uma fila ou roubar no troco, que quer um mundo melhor, mas nunca procura pensar antes de ser ingorante, arrogante, ou até mesmo bater em uma pessoa, que quer a salvação do meio ambiente, mas nunca procura largar o seu luxo que é o que mais prejudica o meio ambiente, é isso a acomodação relatada no texto, que nas entrelinhas do texto, fala para a sociedade despertar. E a sociedade desliga o despertador e volta a dormir, por isso o mundo é assim. Infelizmente!



Obrigado :D

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